16 de agosto de 2018

BRM 200 Km - Itanhaém

Boooasss!


No último dia 25 de julho solicitei a inscrição para participar do Brevet Randonneurs Moundiax, organizado pelo Randonneurs Litoral, clube que realiza as provas em minha região.

A prova ocorreu no 11 de agosto, os dias que antecederam foram de organização dos itens obrigatórios e até de várias conferências, para evitar qualquer problema.

Saí de casa, às 4 da manhã, em uma das manhãs mais frias do ano. Cheguei em Itanhaém próximo às 6 da manhã.

Enquanto arrumava a bicicleta, os outros ciclistas iam chegando e a ansiedade aumentando. Passei pela vistoria e voltei para o carro para tomar um café.

Como a largada se deu de 15 em 15 ciclistas, saí na primeira largada, às 07h13.

Pedalei por 1400 metros para acessar a rodovia.

Pedalei tranquilamente, a média mal passou dos 27 Km/h. E as 9h24 cheguei ao PC 1, no bairro 3 Barras, em Pedro de Toledo, Depois de ter pedalado 56,7 quilômetros. 

No PC 1 comi uma maçã e uma paçoquinha. Fiquei no PC por no máximo 4 minutos.

Pedalei por uns 10 quilômetros começou a me dar uma fome, logo pensei nas barraquinhas da beira da estrada.

Parei em uma das barraquinhas, já tinha rodado 17,2 desde o PC 1 e um pouco mais de 46 minutos. Já eram 10h14. Daí mandei para dentro, um copo de café com leite e uma coxinha. Que de tão bom, merece repeteco!!! Fiquei parado por quase 7 minutos.

Voltei para a estrada, a intenção agora era parar só no PC 2. O sol começou a esquentar e 10h34 cheguei na  BR-116. BR-166, também conhecida como "Régis", pra mim é quintal de casa, mas tem as costumeiras canaletas que judia.

Por ela teria que pedalar um pouco mais de 28 quilômetros e cheguei no PC 2 às 11h38. Na cidade de Juquiá.

No PC 2 fiquei por quase 10 minutos, comi duas maças e uma bolacha. Liguei para casa para dizer que estava tudo bem.

Voltei para a estrada, para parar só no PC 3, depois de pedalar por quase 26 quilômetros em quase 1h08.

Fiquei no PC por quase 8 minutos, reabasteci as caramanholas e comi uma maça. Em todos os PC's tinham água, isotônico, bolacha Club Social, maçã e paçoquinha.

Saí de novo às 12h54, para o PC 4, que era virtual, então eu teria que comprar algo na lanchonete ou tirar uma foto para provar que passei por lá.

Entre o PC 3 e o PC 4, parei só uma vez para tirar os manguitos, que o calor estava castigando. Entre esses PC's foram 38,4 quilômetros em 1h40.

Quando cheguei no PC 4, já eram 14h34, estava com fome, entre comer um lanche ou almoçar, preferi comer um prato feito, poís o cheiro da comida estava muito bom. Que comida gostosa, também merece repeteco!

Paguei, pedi o cupom fiscal, que comprovaria que eu passei por ali. E nem descansei, decidi ir mais devagar para não ficar parado.

Então às 15 horas já estava na estrada, do PC 4 até a conclusão da prova seriam mais de 34 quilômetros.

E demorou, aquelas retas entre Peruíbe e Itanhaém, típicas de estrada litorâneas, nunca terminavam.

Mas depois de 1h20, especificamente às 16h21 cheguei ao PC 5.

Entreguei meu passaporte, comprovei a minha passagem no PC virtual e recebi minha medalha e meu certificado.

A única foto!!! É da organização.



Agradeço a toda organização, não tenho palavras.


Agradeço a minha família e ao Pai Celestial.

1 de janeiro de 2018


Desde o final de 2016, já sabia que o ano de 2017 seria de mudanças, deixaria de caminhar 250 metros para ir e voltar do trabalho para percorrer 150 quilômetros quatro vezes por semana e em mais um dia percorrer 40 quilômetros. Então sabia que tempo para pedalar seria escasso. Mesmo assim, decidi não alterar a meta anual que era pedalar 8833 quilômetros.

Semanalmente, mantive a rotina de pedalar cerca de 42 quilõmetros, nas terças e quintas, e nos finais de semana tentaria completar a meta da semana.

No último dia das férias de julho consegui colocar em dia a planilha. Então mudei meus objetivos e a partir de agosto passei a ter como meta pedalar 5 horas semanais. O que também não foi fácil.

Como pode ser visto no infográfico da Veloviewer, em 2016 pedalei 8011,3 quilômetros, desses 1014,5 quilômetros com minha mountain bike que geralmente ando com meu filho Emanuel na cadeirinha.

Os 6996,8 quilômetros restantes foram com a bicicleta de estrada, geralmente treinos, mas em 01 de abril fiz a Volta pela Serra de Paranapiacaba e dia 11 de outubro fui trabalhar de bicicleta, o que pode ser conferido aqui e aqui. Fato que consegui nos últimos 5 meses do ano manter a média de 5 horas semanais.

Tentei cumprir 500 quilômetros na última semana do ano, mas com tanta chuva pedalei só um pouco mais de 230 quilômetros.

Quanto ao equipamento deixei de usar os câmbios Shimano Exage 300EX e passadores de quadro Shimano SY-20, e passei usar um câmbios e passadores Shimano Claris. Essas peças importei da China. 

Para 2018, os objetivos do ano só serão definidos nas últimas semanas de janeiro. Mas desejo pedalar ao menos 7 horas semanais.


Até 

7 de novembro de 2017

Passeando na Ilha Comprida

Eai,


Já faz um tempão que não escrevo no blog. Depois que comecei a lecionar e isso se deu na cidade de Cananéia, 70 quilômetros de minha casa. Minhas pedaladas se resumem ao básico.

De longo mesmo, a última foi em 1 de abril, comecei a escrever e não terminei para postar no blog.

Mas, no último dia 4, fui com a família na trincheira, na Ilha Comprida. Eu acompanhei alguns alunos em outubro e me obriguei a levar a família para conhecer.

Chegamos em Cananéia por volta das 7h30, tiramos as bicicletas do rack e instalei a cadeirinha de Emanuel. Saímos as 7h53 e embarcamos na balsa as 8 horas.



Depois da travessia, fomos até o banheiro e seguimos para a trincheira, primeiro é uma estradinha com alguns pontos de areia fofa e os últimos 500 metros é uma trilha bem demarcada.

Chegamos na trincheira eram 8h45, ficamos vendo os golfinhos, os barcos passando, a praia do Pereirinha (na Ilha do Cardoso) e fizemos um lanche.

Dany ficou com medo da maré e às 9h20, já saímos de lá. Fomos acompanhando a praia e vendo os barcos atravessa a barra entre a Ilha do Cardoso e Ilha do Bom Abrigo.

Ficamos na praia, depois em uma barrinha e Emanuel gostou bastante.

Emanuel só não gostou da hora de ir embora. Sempre que vamos a praia e ficamos só a manhã.

Então saímos da praia um pouco antes das 11h30 e embarcamos na balsa das 12 horas.



Mais fotos.

Agradeço ao Pai Celestial.


Até mais.

3 de fevereiro de 2017

Mimimi

Aqui vou listar alguns "mimimi's", dentro do ciclismo que eu vivencio.

Giro: Vejo o cara treinando com a língua para fora e não consegue nem pronunciar três palavras pois está ofegante, mas depois coloca o título ou descrição na atividade do Strava que foi só "Giro". Entendo que "giro" é algo descontraído, normalmente antes de uma prova, que o ciclista quer ou deve preservar a musculatura.

Giro regenerativo: Eu entendo que "regenerativo" é uma atividade que você faz depois de um tempo ter feito a mesma atividade com maior intensidade. Daí você vê a atividade com esse título, mas vê que a atividade anterior não tem nada de, tão ou mais, intenso. Mas também vejo se o ciclista de repente não participou de uma prova sem o registro no Strava.

A conquista de um KOM: O ciclista faz uma atividade de mais de 90 minutos, printa que em que em um determinado segmento fez o melhor tempo, daí vc vai conferir e é um segmento de 100 metros.

Pedal com iniciantes: São realizados pelos grupos de ciclismo da cidade e geralmente existem os dias para os iniciantes. Só que quando se compara o desempenho do dia em que acompanhou os iniciantes ou do dia em que saiu para uma atividade "oficial" não existe diferença, seja em distância, velocidade ou altimetria. Então porque expor os ciclistas iniciantes?!?

Elogios mútuos: Isso acontece muito nos comentários das atividades do Strava ou nos grupos de Whatsapp. Fica aquela "rasgação de seda" um com o outro, daí comecei a estudar o "fenômeno": é que se o ciclista se mantém a maior parte do tempo puxando o pelotão elogia quem estava na sua roda logo ele está se elogiando. E também funciona como um artifício, que se ninguém elogiar o ciclista ponteiro, ele da o "start" para os outros comentários.

Esses dias eu estava treinando e percebi que tinha um ciclista mais a frente. Como treino sozinho e não tenho parâmetro, acelerei para ver se o alcançava em menos de dez quilômetros. E consegui, como consegui queria ver se conseguia me distanciar dele, mas logo ele veio junto e fomos revezando. No final só se cumprimentamos e cada um seguiu seu rumo. Sincronizei a atividade e logo percebi um elogio, era do ciclista que pedalei junto, mas quando fui responder ele já tinha apagado o comentário. Daí nem respondi, mas comentei com outro ciclista e ele me esclareceu que o fato de eu ter o alcançado com minha bicicleta de aço sendo a dele de fibra de carbono poderia ser o problema. Pensei que idiotice!!!

Horário de treino: Cada um tem seus horários e sabe onde o calo aperta. Se for feito um convite, principalmente de manhã, pode até ser feito uma sugestão de mudança de horário para ser adiantado, mas nunca atrasado porque precisa dormir mais. E se for determinado um horário, não é vinte minutos depois. E se não consegue ir não precisa se lamentando ou "praguejando" o dono do convite. Seja corajoso para treinar sozinho e seja dono do seu tempo.




Até mais